quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Há coisas fantásticas não há?

Este post vem dar conta de algo fantástico. Posso dizer-vos que estou na Suica. Isso por si é fantástico, mas se vos dissesse o que passei para chegar...
Posso garantir-vos que tive a maior das tentacoes em vir de avião, a maior das tentacoes para vir de comboio, mas foi de carrinha que vim: um mundo de emocoes. Por 130 € até estao baratas tantas emocoes por esse preco. Sai a hora prevista, de casa, onze e meia. Viemos numa carrinha pequena, e não a Mercedes sprinter como era previsto. Fiz a viagem portanto numa audi A4, dois volumes. Pouco depois de sair fomos almoçar ao "joca" em Celorico. As coisas começaram logo mal, e eu pensei, e que bem, isto promete. Havia muita gente. Muita mesmo. Felizmente encontramos logo lugar. Infelizmente precisamos de meia hora para ouvir a empregada a perguntar o que queríamos. Os outros pediram a sopa, eu pedi primeiro o livro de reclamacoes. A senhora ficou sem ar, e talvez por isso, nem perguntou se queríamos beber. Deve ser normal por ali so comer mesmo. As sopas voaram logo para cima da mesa, e depois acabei por não escrever nada. Saímos em direcção a espanha, onde entramos quase sem dar conta, o mesmo aconteceu em franca. Uma vez la, com uns simpáticos 6 graus negativos, numa paragem de rotina por questões biológicas, o condutor, que entretanto tinha mudado, puxou o travão de mão. O problema e que estava um bocadito para o frio, e quando entrou o segundo condutor, apercebeu-se que a dita carrinha estava a travar. Mas não devia. Mas estava... Os outros que faziam a viagem na outra carrinha, uma Mercedes Vito com reboque, partiram sem nos, e regressaram pouco depois com a carrinha. Estávamos tramados. Tirar o macaco, subir a carrinha e tirar a roda traseira direita, tinha bloqueado o travão. desse lado. Menos mal que parou por ali um português radicado em franca com uma renault space, com um reboque de material e ferramenta mecânica. Na estrada e que não fica, porque homem preparado vale por dois, pelo menos por dois. Viu a roda tirada, supôs do que se tratasse, ajoelhou-se solenemente, apalpou a porca, salvo seja, e disse: "E uma 13"! Oh meus amigos, se fosse outro numero seria diferente, mas uma treze e sempre uma treze :o)
Desapertou as porcas, tiraram as pastilhas e la puseram aquilo a funcionar. Uma hora e meia depois la partimos. Estávamos na zona de Limoges... (continua, tenho que ir jantar! aqui e mais uma hora. P.S. Prometo fotos para breve :o)) há falta de assentos, mas nao estou no meu pc, e tenho o teclado em... Alemao. Ate breve

2 comentários:

Bárbara Cunha disse...

Ouve lá manito a porca era treze ou treuze? É que para um portuga radicado em França há muitos anos isso faz uma senhora diferença... ainda por cima depois de apalpar a dita cuja porca [mas onde é que está o respeito pelo género feminino?]! :D

Com que então o menino anda a querer arruinar tascómetros celoriquences pedindo o livro de reclamações... Quando passar por lá vou ver se descubro o joca e mando-lhe cumprimentos teus e com um bocado de sorte ainda faço o que tu não fizeste...

Então já jantaste? Estamos à espera da continuação da saga...

P.S. como vês, num teclado em português nem um acento falha...

*heidi* disse...

LOL LOL
"ajoelhou-se solenemente, apalpou a porca, salvo seja, e disse: "E uma 13"! Oh meus amigos, se fosse outro numero seria diferente, mas uma treze e sempre uma treze :o)"
...LOOOOOOOOOL
quem percebe, percebe...LOLOLOL

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